PÁGINA INICIAL DO SITE
SAIBA MAIS SOBRE O CDF!
SAIBA MAIS SOBRE ESSAS TURMAS
NOSSA PROPOSTA É O VESTIBULAR
UMA DAS MELHORES EQUIPES DE PROFESSORES
DÚVIDAS - CRÍTICAS E SUGESTÕES
Seja bem-vindo visitante!
Usuário:
Senha:

   

   

   

  nenhuma Enquete encontrada!  

 
Nome:

E-mail:

 
 
Empregos
Postado em: 01/02/2012 às 19h18
TAMANHO DA FONTE  A- A+
Empresas gastam até R$ 1 mil para importar mão de obra haitiana do Acre
Despesas nos primeiros meses incluem aluguel e casa para receber funcionários; enquete quer saber se empresários estão certos ao contratá-los

Formado em administração, o jovem empresário catarinense Alexandre Dias sabe da importância de fazer contas. Ainda assim, no início deste ano, se dispôs a pagar quase R$ 17 mil para contratar e trazer do Acre um grupo de 17 imigrantes haitianos. Foi a solução que encontrou, após quase três anos de buscas frustradas por mão de obra local, para manter o cronograma de entrega dos prédios que constrói. “Precisava de 20 funcionários, encontrava dez. Se fossem necessários 30, apareciam 22. As placas de admissão estavam sempre expostas”, conta o empresário.

Leia também: Haitianos deixam filhos para trás, em busca de vida melhor no Brasil

É o enredo de uma história cada vez mais comum na região Sul, onde empresários de diversas cidades reclamam de dificuldade para encontrar trabalhadores e o pleno emprego, em alguns casos, virou realidade. Depois de ler notícias sobre a importação de mão de obra, Dias entrou em contato com o governo do Acre por telefone – quem cuida do assunto é a Secretaria de Direitos Humanos do estado –, conversou com o dono da Fibratec, fabricante catarinense de piscinas pioneira na contratação de haitianos, e enviou a mulher Porto Velho para fazer a seleção de pessoal. 

Todo o trâmite, entre a concessão de CPF, carteira de trabalho e passaporte com visto de trabalho no país, levou cerca de duas semanas, conta o empresário. A viagem, de quatro dias em ônibus, custou quase R$ 1 mil por pessoa, entre as passagens e alimentação. Pela casa de dez cômodos onde os haitianos estão hospedados, paga aluguel de R$ 1,8 mil por mês, o que dá pouco mais de R$ 100 por pessoa. E oferece ainda quatro refeições ao dia, roupas, roupas de cama, mesa e banho, diz Dias.

Os empresários fazem bem em empregar trabalhadores haitianos?




Quantcast

“Aqui em Navegantes, os nativos se dedicam à pesca e à indústria naval. Mão de obra para construção vem de fora. Mas com a chegada de novas empresas à região, tem sido difícil preencher as vagas”, afirma Dias.

Outra empresa que fez as contas e recebeu na semana passada uma leva de 14 haitianos é a gaúcha Romena, de Gravataí, que produz massas frescas na região metropolitana de Porto Alegre. “O custo de contratá-los é um pouco mais alto. Mas, no médio prazo, pode compensar, caso caia a rotatividade”, diz André Rosa, diretor administrativo da empresa. Segundo ele, além de limitar a expansão da produção, o entra e sai de funcionários dificulta o aumento da produtividade e pode prejudicar a qualidade.

 

A Romena pagou cerca de R$ 700 por cada passagem aérea e está seguindo um modelo de integração parecido com o da Imbrasul. Entre os 14 haitianos que contratou, há um professor de idiomas, para ajudar na comunicação, e um casal. Todos moram juntos, em uma casa de quatro quartos, próxima à fábrica, que terá o aluguel pago pela empresa nos primeiros meses, até que possam alugar as suas. Entre os benefícios, serão oferecidas cestas-básicas. O salário inicial é de R$ 814, o mesmo dos brasileiros. “Se der certo, podemos até trazer mais”, afirma o executivo.

Repeteco

 

Foto: Dubes Sônego Ampliar

Macedone Morige, um dos haitianos contratados pela Imbrasul.

É o que já está fazendo a Fibratec, que fabrica piscinas de fibra de vidro em Chapecó, no Oeste catarinense, e foi uma das pioneiras a trazer imigrantes haitianos do Acre. Da primeira leva de 38, sete meses atrás, permanecem empregados na empresa 14, conta o sócio-diretor Erico Tormem. Dos demais, três foram para empresas de perfuração de poços artesanais; dois – um casal – para um hotel; cinco para uma empresa de materiais de construção e três para outra de importação. Todas na região. Com alguns, perdeu contato; escutou que foram para o Rio de Janeiro.

Agora, está trazendo mais 14, que receberão salário de R$ 850, mais adicional de insalubridade de 20%, engordando em cerca de 10% o quadro de funcionários. “Tem sido uma experiência positiva, de qualquer forma. Alguma coisa a gente sempre acaba aprendendo”, diz o empresário.

 

 

Tormem conta que os custos da primeira importação de mão de obra bateram os R$ 1,5 mil por pessoa, em passagens e alimentação, além da montagem de casas para hospedar a todos – foram montadas três casas de três e quatro quartos, cada uma a um custo entre R$ 400 e R$ 500 mensais. A expectativa de gastos, dessa vez, é mais baixa: R$ 850 por pessoa, uma vez que, de três casas, duas ficaram montadas.

O custo pode parecer alto. Mas a julgar pelo interesse despertado em outras empresas, talvez não seja. Dias, da Imbrasul, afirma que as contratações repercutiram e chamaram a atenção da imprensa. Teve que tirar quase um dia inteiro de trabalho para atender ligações de repórteres e responder perguntas em frente às câmeras. Nos dias seguintes, recebeu ao menos seis ligações de empresas interessadas em saber o caminho das pedras para importar haitianos. Um serviço que Tormem, da Fibratec, o primeiro a fazer as contas, tem prestado a seus pares há alguns meses.


««« Voltar a página Principal

 
LINK - ESPALHE POR AÍ!

 
Outras Notícias sobre Empregos
10/05/2012
Ministério Público publica Edital de concurso e convoca candidatos para provas no domingo
07/05/2012
CONCURSOS PÚBLICOS
16/04/2012
Aberto Processo Licitatório para Execução do Projovem Trabalhador – Juventude Cidadã
 
Pesquise no portal.::
Segunda-Feira, 21 de Maio de 2012

 
O causo da Bicicleta por Geraldinho
Data:16/04/2012
Visitas:59
Duvido você ficar sem rir
Data:22/03/2012
Visitas:134
Você tem carro não deixe de assistir.
Data:05/12/2011
Visitas:221
Pra ri um bucadim - Aula da Irene
Data:21/11/2011
Visitas:556

 

 
nenhum registro encontrado!
 

 
Rafael Melo
Coordenação
Tiago Pereira
Tecnologia
Sandra Melo
Coordenação
Leoberto Batista
Pedagogia
Alminos Santos
Educação
Crislaine Moura
Psicologia
Claudio Fernando
Filosofia
Maxwell Wesley
Matemática
Roseli Silva
Português
Marcos Junior
Educação
Marciano Medeiros
Geografia
Socorro Queiroz
Educação
 





Documento sem título
Av. Maranguape, 75 - Potengi - Natal/RN - Fone: (84) 3214-5919
© 2011 CDF Colégio e Curso. - Todos os direitos reservados.